Capitulo 10
Hilary
P.O.V.
Eu não
aguentava mais. Eu o amava. E porque não me ceder á ele? Ele era incrível,
engraçado. Ele foi o único homem por quem eu realmente me apaixonei. Nós nos
conhecemos ainda quando éramos pequenos, assim que me mudei pra Los Angeles.
Ele era meu vizinho, brincávamos a tarde inteira. Brincávamos só nós dois, pois
os outros meninos o odiavam por ele ser o mais bonito da vizinhança. E as
meninas me odiavam por ser a única que brincava com ele. Não era tão bonita,
mas era uma garota... digamos que... ajeitadinha. Vivíamos juntos. Em festas
sempre íamos juntos. Nossos pais eram mais que amigos, eram companheiros de
trabalho. Mas meu pai ganhou promoção e senhor John havia mudado de trabalho,
fazendo os dois se separarem. Resumindo, eu e Peter também nos separemos. Eu e
minha família tivemos que mudar. Ficando mais longe ainda de Peter, da família
Gomez. Senti muitas saudades dele. Mas quando recebi a notícia que teria que me
mudar para o colégio de Peter, fiquei super feliz. Chegava a pular na cama de
felicidades.
Quando
adentrei no colégio pela primeira vez, logo avistei Peter com seus amigos. Ele
deixou tudo o que estava fazendo e veio me abraçar. Fiquei meia surpresa com
sua reação, mas adorei-a muito. Desde então, ele só ficava comigo nas horas
vagas, onde não tinha aula. Mas brigamos, porque eu não tinha só ele em minha
vida. Eu precisavas de amizades do mesmo sexo que eu. Foi aonde conheci Liah.
Que até hoje permanece do meu lado. Quando voltamos á nos falar, Peter logo me
pediu em namoro. O amava muito, e ainda amo, então aceitei o pedido. Ficamos
juntos durante um ano, até termos nossa segunda briga mais séria. E desde então
não conversava com ele. Eu sempre soube que ele era o amor da minha vida. E
nada mais podia me impedir de transar com ele. Bom... Não agora.
Corri com ele
até o centro do quarto. Ele beijou-me de um jeito caloroso, como nunca vi
antes. Ele sabia o que estava preste a acontecer. Eu queria, ele também. Há
tempos ele, assim como eu, queria isso. Ele percorria cada canto de minha boca
com sua língua, que por sua vez era quente e lisa. Uma de suas mãos, que
alisava minhas costas, estava cada vez mais á baixo. E a outra segurava minha
nuca, trazendo-me para mais perto dele.
O beijo era lento, dando tempo á Peter pra tirar minha blusa. Eu passava a mão
por entre seus cabelos louros loucamente. Ele já estava sem camisa, dando
oportunidade pra eu me deliciar com as mãos em seu peitoral e abdome definido, por
causa do futebol e academia. Sinceramente acho que ele toma ou tomava bomba,
pra ter ficado sexy daquele jeito de uns meses á outros. Ele me jogou na cama,
ficando por cima de mim. Ele continuava a me beijar sensualmente. Assim que seu
corpo pediu por oxigênio, separou nossos lábios por alguns instantes. Logo após
selou eles de novo. Dessa vez o beijo era mais rápido e mais gostoso. Mas
nossos lábios foram, novamente, separados por falta de oxigênio, dessa vez por
minha parte. Enquanto isso Peter acariciava minha coxa esquerda, passando
levemente sua mão na minha bunda. Eu sabia que ele não iria conseguir mais se
segurar. Resolvi então tirar sua bermuda. Espantei-me com tamanho volume em sua
cueca box vermelha. Ele realmente estava excitado. Tirou meu short de pijama e
minha calcinha, que era branca assim como o sutiã. Ele começou roçando seu
“precioso” na minha amiguinha. Parece que ele estava gostando de me maltratar.
Aquilo me deixava cada vez mais excitada. Então finalmente ele me penetrou.
Gemi de dor. O único bem imaterial que ainda existia em mim havia acabado,
sumido, perdido de vez. Minha virgindade se fora. Ele me penetrou uma. Duas ou
mais vezes. Senti algo estranho mas ao mesmo tempo prazeroso. Meu primeiro
orgasmo. Algo branco saia de minha vagina e Peter o lambia aos poucos. Sua
língua fazia cosquinha em minha amiguinha. Mudamos de posição. Agora quem
estava por cima era eu. Eu rebolava e kikava. Fazia uma sequência de algo do
tipo em cima de seu órgão genital. Ele sorria de tanto prazer.
- Não sabia
que você sabia fazer isso!!
- Nem eu. –
disse sorrindo
Depois de
varias posições sexuais que ele tinha me ensinado, ele mostrou cansaço, assim
como eu. Nos deitamos e ficamos ali, nus, durante um bom tempo. Levantei-me e
coloquei a banheira pra encher. Voltei ao quarto e olhei no fundo de seus
olhos.
- Eu te amo
Peter.
- Eu também
te amo Hi.
- Vamos tomar
banho? A banheira já está cheia.
- Vamos –
falou Peter já se levantando da cama e me agarrando por trás e me levando até a
banheira.
Meu Deus como
uma pessoa pode ser tão perfeita? Me diz! Como? Ele era um Deus-grego, um
príncipe. O meu príncipe. Era o sonho de toda garota. Ele era o meu sonho,
sendo realizado.
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