segunda-feira, 15 de julho de 2013

A Dream 31

Capitulo 31
Hilary P.O.V
A uma semana não vou mais na escola, não importa, jája vem as férias, depois reponho fazendo trabalhos extras. Liah ainda continuava internada em estado grave. Vinha ao hospital todos os dias de tarde até noite. Quando ela melhorava eu podia entrar para visita-la junto com seus pais, os meus, Dustin e Peter. Alguns de seus cortes já haviam sido cicatrizado, com a ajuda de pomadas e remédios, outros infeccionaram...
A principal preocupação dos médicos era com os olhos dela, eles não tem certeza mas acham que ciscos de vidros entraram em seus olhos e prejudicaram suas córneas.. Ela acabara de entrar numa sala de cirurgia. Se tudo ocorrer bem Liah volta ao normal, se não, poderá voltar cega de algum dos olhos. Estamos todos muito preocupados, principalmente Dustin, por incrível que pareça. Seus pais já haviam chegado de viagem e estão apoiando muito ele.
Já faz uma hora que os médicos e Liah entraram na sala, estou preocupada, eu e todos que estão esperando. Peter foi tomar banho, meus pais estão em casa. Aqui só está eu, os pais de Liah e o Dustin.
- Dustin meu filho vai pra casa, vai ficar tudo bem, vamos ficar aqui por ela.
- Não, eu não vou. Vou esperar, ela ainda está ruim, e vou ficar até que alguém me prove o contrário.
- Dustin você precisa de tempo pra ti mesmo, vá pelo menos  tomar um ar. Vá tomar um banho... – insistiu mãe de Liah
- Eu não vou.
- Dustin, vamos conversar comigo lá fora, eu te peço. – Tentei
- Tá bem.
Eu encaminhei Dustin até lá fora do hospital. Não sei ele, mais precisa de ar puro, pelo menos um pouco. Logo que saímos da porta á fora, inspirei fundo. Como diz minha mãe, “cheira flor, apaga a vela” .. Minha mãe é meio retardada. kkk
Sentei num banco que havia na pracinha de frente ao hospital. Dustin fez o mesmo. Ele olhava pro chão. Eu olhava pra ele. Puxei assunto
- Dustin oque realmente aconteceu no quarto??
- Quer que eu te conte desde o começo??
- De preferencia...
- Bom, eu entrei no quarto e sentei ao seu lado, não lembro sobre o que conversamos mais lembro que a fiz sorrir – vi um sorriso espontâneo em sua boca de repente surgir – ela fez esforço pra se levantar e parou na minha frente, eu me levantei e a abracei-a bem forte. Ela me pediu pra procurar seu celular. Procurei no quarto não estava, no closet não estava. Ela ainda estava em pé, fui no banheiro e ele estava em cima da pia – seu sorriso sumiu – foi quando ouvi um barulho e corri pro quarto de novo. Liah estava no chão, caída de forma desengonçada. Ai você entrou, e foi assim, que tudo começou.... – ele estava fixado em algum ponto do chão que nem piscava.
- Entendi... – não sabia oque falar.
- Eu prometi pra ela
- Prometeu o que pra ela??
- Que nunca mais deixaria ela sozinha...
- Mas ir na sua casa e dormir um pouco não é deixa-la sozinha Dustin
- Eu fui no banheiro á uns 2 metros de distância dela e deu merda. Você ainda quer que eu vá á mais de 200 km longe dela – seu tom de voz tinha aumentado
- Calma, foi só uma suposição...
- Tô calmo, porra.
- Dustin – olhei incrédula pra ele
- Desculpa, podemos voltar pra sala de espera ??
- Tá!
Fomos devagar pra sala, até que vimos um médico conversando com os pais de Liah, Dustin correu, eu apenas apressei os passos. Pude apenas ouvir o finalzinho da conversa
- Está tudo bem com Liah, era o que pensávamos, apenas ciscos de vidros, e admito, não poucos, haviam mais do que esperado, por isso a cirurgia demorou tanto tempo. Há mais detalhes que serão dito á vocês. Agora preciso ir. Mesmo que esteja em horário de visitas, Liah não poderá receber nenhuma, até porque está em coma. Tenham uma boa noite.
Senti que o clima estranho havia sumido e de repente Dustin me abraçou. Fiquei surpresa, mas retribui o abraço.
- O que está acontecendo aqui? Posso saber? – Peter chegou
- Liah está bem amor, ela já saiu da cirurgia. Só que ela está em coma – falava comendo as palavras, tinha me assustado com a chegada dele.
- Hum... – me deu um breve selinho. Que fofo estava com ciúmes.
- Você veio me buscar?
- Sim, você tinha pedido... passei na sua casa e sua mãe arrumou algumas roupas suas. Você vai dormir lá em casa hoje. – me abraçou por traz, arrumou meu cabelo de lado e beijou meu pescoço me arrepiando toda – Hoje á noite é nossa – sussurrou no meu ouvido
Dei um sorrisinho, e me virei de frente á ele e dei vários beijinhos nele. Me despedi de todos e fui embora com Peter.

“Hoje a noite é nossa”.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

"ATENÇÃO"

VOU DEMORAR PRA POSTAR OS OUTROS, TO SEM CRIATIVIDADE. MAS ASSIM QUE ESCREVER EU POSTO <33

A Dream 30

Capitulo 30
Dustin P.O.V.
Eles me empurraram porta á fora. Injustiça isso. Quero minha Liah, não posso deixá-la de novo sozinha. Eu deixei duas vezes e as duas deus merda. MUITA MERDA. Eles fecharam a porta na minha cara. Incrível que pareça eu estava chorando. Dei um soco na parede ao lado, só fez barulho e rachou um pequeno pedaço de 5 centímetros da parede. Se eu não estivesse chorando pela Liah, provavelmente estaria chorando de dor. Quem estava naquele corredor se assustou com meu gesto, mas ninguém foi me perguntar o que tinha realmente acontecido. Encostei na mesma parede e fui deslizando até sentar ao chão. Fiquei ali horas e horas, esperando por uma resposta, por uma notícia, esperando Liah ficar melhor. Toda vez que alguém chegava perto da porta do lado de dentro da sala, me levantava para alguém sair e der uma notícia boa. Mas nada, ninguém saía, ninguém me ajudava.
Eles tinha entrado na sala 1 hora e 46 da manhã, saíram de lá 2 e 24. Durante esse tempo não adormeci nada, nem se quer cochilei. Fiquei ali sentado na porta do humilde quarto de Liah. Quando abriram a porta, meio que cai para trás, a enfermeira me pediu desculpa eu apenas assenti.
- Desculpe senhor, não é hora de visita. Ela está cansada e muito fraca.
- Mais ela está acordada doutor?
- Creio que sim, creio que não. Mais ela não vê nada por enquanto.
- Você poderia me explicar o porque disso doutor? Preciso muito saber...
- A pupila dela está muito embaçada, deve ter algo nos olhos dela que não podemos retirar agora. Precisamos saber primeiro o que é isso. Retiramos algumas amostras de sangue para vários exames. Não se preocupe ela está bem.
- Ela consegue ouvir, sentir, falar pelo menos??
- Sim, e ah você conhece um tal de Dustin?
- So-sou eu doutor. Ela chamou por mim?
- Durante todas as vezes que estava consciente. Olha rapaz, ela deve gostar muito de você. Não deixa ela sozinha de novo não. Pode ser perigoso.
- Obrigada doutor, por tudo. Não tenho como agradecer pelo o que você fez por... nós.
- Vá pra casa meu filho. Ela está em boas mãos.
- Não vou deixa-la sozinha de novo...
- Não conte pra ninguém e não á perturbe, mesma quando ela acordar. Vou deixar você dormir no quarto com ela. Vou mandar trazerem um sofá e cobertas pra você.
- Obrigada doutor. – a única coisa que consegui falar
Entrei no quarto mas fiquei na porta á observando de longe. Precisava fazer oque o médico disse, se não eu não teria essa chance de dormir aqui com ela. Dois enfermeiros chegaram com um pequeno sofá branco, mas confortável. Dei passagem, eles colocaram o sofá bem no canto do quarto, o mais longe de Liah.  Eles foram embora. Eram só eu e Liah novamente. Mesmo não podendo, empurrei o pequeno sofá para mais perto de Liah. Pra falar a verdade coloquei bem do lado dela. Deitei, me cobri e virei pra ela, observando-a até que...
- Dustin, é você??
- Sim Liah, sou eu.
- Fica comigo Dustin, não me deixa sozinha...
- Nunca mais vou deixar Liah, nunca mais. – peguei a mão dela e apertei devagar
- Eu te amo Dustin.

- Eu te amo Liah.

A Dream 29

Capitulo 29
Liah P.O.V
Não sabia oque estava acontecendo comigo. Estava atordoada. Ouvia vozes mas não conseguia ver nada, apenas a escuridão, ou será um simples tapador de olhos para dormir que é preto ?? Não sei. Tentei levantar minhas mãos e leva-las até o rosto para ver o que era. Estava fraca, muito fraca. Não conseguia mover nenhum músculo direito. Mexi meu dedo indicador da mão esquerda. Alguém estava segurando minha mão. Ouvi uma voz conhecida. Era de homem. Essa voz chamou meu nome, calmamente, mas surpresa. Tentei responder mas minha voz não saia. Nem sequer minha boca abriu direito. Essa voz continuou a falar comigo...
- Liah ?? Liah você está acordada?? Consegue me ouvir?? – eu queria responder, queria dizer OI,SIM,SIM, ME AJUDA, PRECISO DE TI, ME TIRA DAQUI..
Porque diabos eu não conseguia nem falar?? Oque estava acontecendo comigo? De quem é essa voz calma e doce? Quem sou eu? Será que eu ainda me reconheço??
- Liah você consegue, eu estou aqui com você! – era o Dustin agora eu tinha certeza.
Meu coração acelerou quando soube que era o Dustin, ouvi uns pi, pi, pi, cada vez mais alto depois disso. Onde eu estava? Porque Dustin estava falando isso de novo para mim? Ouvi vários passos. Acho que entraram umas três pessoas onde eu estava. Será que eu conseguia mover meus pés?? Senti uma formiga picando meu braço direito bem na dobra do cotovelo, acho que foi na veia. Minha audição começou a falhar, mas ainda ouvia várias vozes...
- Oque você está fazendo? Pra que isso? Não precisa disso doutor, ela está bem...
- Senhor é preciso fazer exames com a Liah, se você puder me der licença eu agradeço..
- Não, eu não vou sair daqui. Ela precisa de mim. Eu vou ficar aqui até o final.
- Favor tire ele daqui enfermeiros, com urgência!!
- Já disse que não vou sair daqui, não adianta me segurarem, empurrarem nem nada. EU VOU FICAR.
- Por favor senhor.

- Liah... eu vou te esperar. Até depois do fim Liah... – Não consegui ouvir mais nada, acho que vou desmai..

A Dream 28

Capitulo 28
Dustin P.O.V
Estava arrasado. Assim que Peter me deu a noticia eu fechei a cara. Não sabia o que realmente tinha acontecido. Peter não soube me contar direito, mas com o que ele me contou já fiquei preocupado. Eu sei que nada tenho com Liah, bem que eu queria, mas ela mesmo assim era muito importante pra mim. Ela estava precisando de alguém com ela, e esse alguém poderia ser eu assim como poderia ser qualquer um...
Uma lágrima havia caído de meus olhos, tentei escondê-la enquanto subia as escadas, acho que nenhum dos dois perceberam. Quando cheguei na porta, limpei meus olhos com a mão, arrumei minha roupa e abri apenas um pouco a porta que estava só encostada. Vi Liah deitada de costas para a porta, com um vestido de um tecido branco e leve. Havia algumas manchinhas vermelhas em um lado de sua cintura. Seus pulsos estavam enfaixados e seus cabelos estavam soltos. Abri um pouco mais a porta, na qual fez barulho e fez com que Liah percebesse minha presença. Ela se virou e me viu, fiquei feliz pois seus olhos brilharam ao me ver. Pedi licença e ela apenas assentiu. Eu entrei e sentei-me ao lado dela, que continuava deitada, na cama. Olhei-a de cima á baixo e só então percebi que pés também estavam cortados, arranhados.
- Oi – disse meio envergonhado
- Oi... – ela abaixou a cabeça
- Você está bem?
- Digamos que não muito. – a voz dela era irritante, uma voz de patricinha mimada pelos pais.
- Heey, olha pra mim. – coloquei a mão em sua coxa sem nenhuma outra intenção. Ela levantou a cabeça me fitando. – Calma vai ficar tudo bem. Acredite em mim.
- Vou tentar.
- Eu estou aqui contigo, nada mais pode acontecer com você.
- Mas quando aconteceu você não estava.
- Desculpe meu descuido. Prometo que não vai se repetir. – ela abriu os lábios mostrando seu dentes super brancos. – Viu, vc está conseguindo.
Ela se levantou, sentando com dificuldade na cama, olhou pra mim e pegou em minha mão direita.
- Obrigada, por tudo o que você está me fazendo Dustin.
- Não foi nada Liah, eu estou aqui pra isso.
Ela tentou se levantar, ajudei-a dando apoio com a mão. Ela andava com dificuldade mas conseguiu chegar onde queria: em minha frente. Ela parou na minha frente em pé cambaleando. Ela devia estar assim por efeitos de remédio. Fez gestos pedindo para que eu me levantasse também, foi o que fiz. Levantei-me e abracei ela, devagar pra não machucar ela.
- Me faz um favor? – disse ela ainda me abraçando.
- Claro.
- Me ajuda a procurar meu celular?? – ri quando ela falou isso  - Hilary disse que ele ficaria aqui no quarto.
- Ajudo sim. Fica aqui. Eu vou procurar
Sai á procura do IPhone pelo quarto. No closet não estava, na cama não estava, nas escrivaninhas também não. Só podia estar no banheiro. Enquanto procurava em volta do quarto ela me olhava e ria. Pelo menos estava fazendo-a sorrir. Fui até o banheiro, ele estava em cima do mármore da pia. Ela estava cheia de caco de vidro dentro dela, e no chão havia alguns pequenos. Aproveitei e me olhei no espelho quebrado até que ouvi um barulho. Na hora pensei: Liah. Corri para o quarto e lá estava ela no chão, desmaiada. Meu coração gelou. Corri até ela, peguei-a no colo e coloquei em cima da cama. Tentava acordar ela mas nem um sinal. Gritei a Hilary, ela veio correndo.
- Dustin o que aconteceu?? – disse ela histérica
- Eu não sei, eu fui no banheiro e pum, ela estava no chão
- Vai na cozinha e molha esse pano pra mim – disse ela me entregando um pano branco.
Corri o máximo que pude. Acho que gastei apenas 1 minuto e meio indo e voltando pro quarto. Quando voltei Peter estava falando no celular, provavelmente chamando a ambulância. Entreguei o pano á Hilary que logo o passou no rosto de Liah. Minha pequena, quero dizer, Liah, piscou algumas vezes com aquilo. Ela estava acordando de novo. Não... espera. Ela desmaiou de novo. Hilary repetiu seus movimentos, Liah acordou novamente, só que desta vez eu estava segurando uma de suas mãos, rezando e entregando-lhe forças. Ela virou o rosto em minha direção, ainda piscando freneticamente.
- Dustin.... – disse ela com a voz falhando
- Forças Liah, você consegue. Agente consegue lembra??
- Dustin...  – repetiu ela.

Ouvi barulho de sirenes. A ambulância tinha chegado. Amém. Fui eu quem levei ela no colo até os médicos da ambulância. Não pensei duas vezes e fui com ela até o hospital. Não podia deixar ela sozinha. Não de novo.

A Dream 27

Capítulo 27
Hilary P.O.V
Estava me arrumando pra ir pra escola quando Christian, o pai de Liah me ligou desesperado. Ele estava gaguejando muito, parecia estar chorando. Espera. Aquilo já havia me assustado. O Christian, que sempre foi alegre, brincalhão com todos estava chorando?? Aquilo sim seria de extrema importância. Parei tudo oque estava fazendo para ouvi-lo. Parecia que Liah e sua Mãe estavam no fundo gritando uma com a outra.
- Hilary é você querida? – ele gaguejava demais, muito, muito mesmo – Me ajuda Hilary, por favor, não sei mais o que fazer com essas duas. Elas estão brigando já faz um bom tempo. – ele não me deixava responder. – me ajuda Hilary, vem pra cá. Liah precisa de você.
- CALMA CHRISTIAN  - gritei tentando acalmá-lo. Estava desesperada assim como ele. O que deu na Liah pra brigar com sua mãe assim do nada?? Elas sempre se deram muito bem, muito bem demais. – Calma – repetia. – Estou indo prai agora, me espera e aguente firme.
- Tá – sua voz era trêmula.
[...]
 - PAI. PAI. PAI. Levanta. Rápido. Me leva lá na Liah, ela está brigando com sua mãe.
Meu pai levou um susto, mas acordou rapidamente e mesmo sem trocar de roupa, só com o roupão preto dele, pegou as chaves do carro e me levou em 7 minutos pra casa dela. O Christian estava eufórico, seus olhos inchados, acho que de tanto chorar ou gritar.
- Cadê elas? – ele apontou pra cima, nos quartos – vou lá!!
Subi as escadas rapidamente. Entrei no quarto do Christian, elas não estavam ali. Entrei no estúdio de dança, também não. Estavam no quarto de Hilary. A cama dela estava arrumada. A porta do closet fechada. Estavam no banheiro.
O espelho estava quebrado. Alguma coisa havia sido jogada nele, ou alguém deu um soco nele. Isso a segunda opção estava mais precisa. A mão de Liah estava toda cortada. Não só a mão, os pulsos e algumas partes de sua cintura. Todos seus perfumes estavam quebrados no chão. Ela estava nua e chorando muito. Tirei um pouco os cacos de vidro de perto dela. Me sentei e abracei-a. Ela deitou em meu ombro e desabou em choro. Fechei a porta do banheiro com um dos pés e ficamos ali por 2 horas aproximadamente.
Fui catando os cacos devagar e colocando dentro da pia enquanto ela chorava e me contava o que tinha acontecido. Fiz ela tomar outro banho, amenizando um pouco o sangramento dos cortes. Sim, ela se cortou. Mas tudo começou quando ela deu um soco no espelho e cortou sua mão, viu o sangue e quebrou o resto dos perfumes, escorreu e caiu, cortando os pulsos e a cintura sem ter intenção alguma. Ela não me contou porque quebrou o espelho, apenas disse que foi ela quem o quebrou. Sua mãe se assustou foi ver o que havia acontecido e ver a filha naquele estado em prantos não lhe fez bem. Sua mãe, muito religiosa começou a gritar com “Deus”, olhando para cima. E Liah retrucava a mãe, dizendo que não era culpa de ninguém, apenas dela.
“A única culpada daqui sou eu. A culpa é toda minha. E agora eu estou pagando por isso. Só eu posso pagar”. Ela disse á mim o que falava pra sua mãe, sem piscar os olhos, olhando diretamente para o espelho quebrado. Tirei á do transe enrolando-a numa toalha branca. Alguns dos cortes ainda estavam sangrando. Tinha que fazer curativos logo, antes que a toalha branca ficasse vermelha como a anterior. Peguei alguns gases e tapei os cortes. Ela precisava de um psicólogo isso sim.
Tinha esquecido meu celular em casa, a Liah jogou o dela na parede então não tinha como eu avisar Peter nem Dustin do ocorrido. Meu pai já tinha ido trabalhar. Minha mãe também. Os pais de Liah foram tomar um ar no centro da cidade. Ficamos só eu ela. Coloquei uma roupa nela. Fiz ela dormir. Era hora de almoço então liguei no serviço da minha mãe e pedi pra ela trazer meu IPhone. Ela chegou em 15 minutos. Liguei pro Peter e expliquei o motivo de eu não ter ido á aula hoje. Peter provavelmente disse a Dustin. Eles iriam vir pra cá.
- Liah, Peter e Dustin estão vindo pra cá tudo bem??
- Tanto faz, a culpa é minha mesmo.
Ela se culpava toda hora não estava entendendo o porque. Eu queria saber o porque, e eu vou descobrir, se não eu não me chamo Hilary Morris. Os garotos chegaram, fui abrir a porta. Peter me deu um breve selinho.
- Por favor, não se assustem com a casa. E ela está diferente, não fale nada que possa perturbá-la ou irritá-la. Não á olhem de modo diferente. Não fiquem reparando nos cortes. Ela ainda é a mesma.
 - Ela está lá em cima? – Fiz que sim com a cabeça. – Me deixem um pouco sozinho com ela, por favor. – disse apreensivo Dustin
- Tudo bem.

Eu e Peter ficamos olhando Dustin subir as escadas. Juro que vi ele limpando um pequena lágrima.

A Dream 26

Capítulo 26
Peter P.O.V.
Cheguei na escola e nada de Hilary e nada de Dustin, muito menos de Liah. Onde que cada um deles estavam?? Será que eles estavam juntos?? O engraçado é que sempre eu quem chego atrasado, só que hoje são eles, o pior é que são os três. Vi Jhonny e perguntei pra ele ondes eles estavam, mas ele disse que não tinha visto nenhum deles ainda.
Me chamaram pra jogar bola, aceitei, já que não tinha ninguém pra conversar e não tinha Hilary pra beijar, apesar de eu estar com calça jeans. Digamos que sou muito bom no futebol, sempre treinei, desde os 11 anos. Só que alguns meses atrás eu parei, estava sem motivação, foi quando Hilary me deu um fora. Eu driblava todos daquele gramado que estava jogando, eu sou o melhor dali, sem me gabar já me gabando. Fiz um gol. Dois. Três e quatro. Cada vez chegava mais gente pra jogar. Eu continuava driblando todos. E cada um que chegava eu perguntava de Dustin, Liah e principalmente de Hilary. Ninguém sabia.
[...]
Dustin chegou quase na hora de entrarmos pras salas. Mas os professores quiseram ter folga hoje só que não deixaram nós sairmos da escola. Que tipo de professores são esses?? Malucos, só podem. Ficamos com aula vaga. Amém. Mas nada de Hilary e Liah chegar.
- Eai Bro o que vocês fizeram ontem? – perguntou Dustin tirando-me do transe
- Você ainda pergunta? – olhei pra ele com cara maliciosa
- Tá certo...
- E você e a Liah? Levou ela pra casa ou foi pra outro lugar hein, vagabundo? – dei um soco no braço dele
- Isso soou meio gay mas vou fingir que não ouvi. – disse ele se afastando de mim – Levei ela pra casa sim tá ou, e meio que assisti filme com ela.
- Como assim meio? Vai dizer que vocês...
- Não eu dormi, só que depois levei ela pra minha casa e se liga só, meus pais viajaram.
- Ai você comeu ela?
- Não cara, para com isso. Eu respeito ela pra caramba. Ela não é uma vadia que nem a Hilary.
- A Hilary é vadia só comigo. E muito gostosa. Mais é minha gostosa.
- Tá, já entendi. – ele pareceu se lembrar de algo e sorriu do nada – ela é gostosa viu. Eu tirei o vestido dela e ela estava de lingerie branca, conjunto. Ela é magra mais tem um peitão que pelo amor de Deus, me deixou louco. Só que ela estava dormindo.
- Ahh agora sim é meu Bro. Você deixou ela na sua cama semi-nua ?
- Não, coloquei uma blusa de frio minha nela. E troquei de roupa e deitei ao lado dela.
- Se aproveitou um pouco neh? Diz que sim
- Fiz só o básico, como pegar e alisar, nada de mais. Aliás, cadê ela e a Hilary??
- Isso que eu tô tentando saber desde a hora que cheguei. Será que elas não vão vir?
- Vai saber.
lass=Msa � m l � ȩ� yle='font-family:"Lucida Calligraphy"'>- A claro, por favor. – até então não tinha me lembrado que minha bunda estava de fora. -  Mas ninguém precisa saber disso ok??

- Ok, até porque não seria algo legal se todos soubessem que eu estou abotoando todo seu vestido e vendo sua bunda. – foi ai que me toquei. Virei-me com tudo. – Calma, não vou fazer nada de mais. Acredite em mim, e ninguém vai saber.
- Nem mesmo o Peter?
- Nem ele nem ninguém.
- Tudo bem então – disse virando a bunda pra ele de novo.
Ele começou a abotoar, aquilo me arrepiava. Mesmo com ele quase não tocando em mim, algo impossível pra mim, pois meu vestido era colado no corpo. Quando ele acabou virei de frente pra ele, estávamos a pequenos centímetros, longe um do outro.
- Obrigada – disse abaixando a cabeça.
- Não foi nada. – ele levantou minha cabeça com dois ou um dedo. Me beijou.
Primeiro ele me deu um selinho molhado, depois pediu passagem e eu dei. O beijo era calmo, mais era quente, parecia que nossas bocas estavam pegando fogo. Quando ele parou o beijo olhei em seus olhos.
- Quantas vezes mais você vai fazer isso sem me avisar??
- Quando você começar a dizer que quer realmente.
- Eu quero.
- Quer o que? É o que eu tô pensando?
- Se o que você está pensando for isso... – desta vez foi quem o beijei.
Desta vez ele segurou minha cintura com mais força, me apertando em seu próprio corpo. Sua mão agora, em vez de estar no meu rosto, em minha bochecha, estava em minha nuca. Aproveitei que ele estava sem camisa e passei a mão por todo seu abdômen e a outra alisando seu lindo cabelo, mesmo ele estando todo bagunçado. Empurrei-o um pouco pra trás quando senti uma dor, leve mais dor, em meu lábio de baixo. Ele havia me mordido. Dustin é selvagem, gosta de morder. Ele não se afastou de mim, melhor ainda, me puxou pra mais perto dele, algo impossível já.  Paramos o beijo por falta de fôlego, acredito, se não continuaríamos ali por horas e horas.
Já era 6 horas, daqui 15 minutos minha mãe acordaria e se eu não estiver em casa ela iria me matar. E mal sabia que eu ia comer pizza se não ela viria junto. Ela ama de paixão pizza. Aliás eu nem comi pizza, dormi até mesmo antes dela chegar.
- Consegue me levar em casa em 10 minutos??
- Só se agente for de Hornit., mais está um pouco frio. Vai assim mesmo?
- Melhor passar frio do que levar bronca da mãe.
- Pega minha blusa, vai esquentar pelo menos seus braços.
- Tudo bem – no que falei ele me pegou pela cintura e me beijou e puxou minha mão rumo as escadas..

Cheguei em casa em 10 minutos certinhos. Me despedi do Dustin e entrei em casa devagarinho pra não fazer barulho. Subi as escadas na ponta dos pés. Entrei em meu quarto me despi e fui tomar um banho. Ouvi minha mãe entrar no quarto e me chamar, mas acho que ela ouviu o barulho da banheira e então foi pro seu quarto. Deu tudo certo. Eu sabia que daria.

A Dream 25

Capitulo 25
Liah P.O.V
Acordei com a voz do Dustin e com seus braços me chacoalhando devagar. Abri meus olhos lentamente.
- Liah acorda, eu tenho que te levar pra casa. – Fui me levantando devagar ainda sonolenta

- Que horas são? – perguntei piscando os olhos várias vezes pra me acostumar com a claridade da luz.
- São 5 e 30. Seu celular despertou e eu acordei. – olhei para a escrivaninha onde deixei o celular pela ultima vez mas ele estava na mão do Dustin.
Olhei como Dustin estava, sem camisa, cabelo bagunçado e com um short de dormir azul. Depois olhei-me, estava de calcinha e sutiã e com uma blusa de frio branca que era dele. Pensei um pouco, será?? Não podia ser, eu lembro só de ter dormido e de ter visto ele deitar do meu lado, ainda com calça jeans.
- Ée.. Dus-Dustin – Gaguejei um pouco. – agente... agente... agente fez.. – ele me interrompeu.
- Não Liah. Imagine que eu ia fazer isso com você – disse ele sorrindo meio envergonhado.
- Mais então porque estou vestida assim?? – perguntei incrédula
- Desculpe mais você estava desconfortável com seu vestido. Não se preocupe eu não olhei nada, eu só tirei seu vestido e coloquei minha blusa em você.
- Ahh...  Mas porque está me acordando agora?
- Seu celular despertou e estava escrito: “ LEVANTA LOGO, VAI PERDER A ESCOLA” eu achei engraçado e resolvi te acordar.
- Aff minha mãe mudou o nome do despertador. – comecei a rir e ele também. O sorriso dele é a coisa mais linda que eu já vi.
- Vou me trocar ali no closet e você pode se trocar aqui no quarto. Seu vestido está ali na cadeira.
- Tá – disse já levantando vendo o comprimento da blusa, batia nas minhas coxas. – é.. Dustin – ele virou me olhando  - Obrigada por deixar eu dormir aqui, acredito que se fosse outra pessoa teria feita outra coisa.
- É... Não foi nada – até o gaguejamento dele é lindo. – Vou... ali me trocar.
- Tá – disse indo rumo a cadeira onde tava meu vestido.
Meu vestido havia amassado um pouco, porque deitei em cima dele na cama, mas Dustin tinha tomado todo cuidado com ele, até porque estava todo esticado na cadeira. Tirei a blusa de frio branca bem devagar, pois estava friozinho hoje, deixando minha lingerie branca á mostra. Bateu um vento em minha nuca, meu corpo arrepiou por inteiro, achei que tinha sido o Dustin quem assoprou, olhei pra trás, mas não era. Peguei o vestido e coloquei meus braços na manga, era preciso abotoar botões desde o final dele, e como era nas costas eu estava sofrendo muito. Até que ouvi uma risadinha.
- Se você quiser eu posso te ajudar. – falou Dustin encostado na porta do closet sem camisa.
- A claro, por favor. – até então não tinha me lembrado que minha bunda estava de fora. -  Mas ninguém precisa saber disso ok??
- Ok, até porque não seria algo legal se todos soubessem que eu estou abotoando todo seu vestido e vendo sua bunda. – foi ai que me toquei. Virei-me com tudo. – Calma, não vou fazer nada de mais. Acredite em mim, e ninguém vai saber.
- Nem mesmo o Peter?
- Nem ele nem ninguém.
- Tudo bem então – disse virando a bunda pra ele de novo.
Ele começou a abotoar, aquilo me arrepiava. Mesmo com ele quase não tocando em mim, algo impossível pra mim, pois meu vestido era colado no corpo. Quando ele acabou virei de frente pra ele, estávamos a pequenos centímetros, longe um do outro.
- Obrigada – disse abaixando a cabeça.
- Não foi nada. – ele levantou minha cabeça com dois ou um dedo. Me beijou.
Primeiro ele me deu um selinho molhado, depois pediu passagem e eu dei. O beijo era calmo, mais era quente, parecia que nossas bocas estavam pegando fogo. Quando ele parou o beijo olhei em seus olhos.
- Quantas vezes mais você vai fazer isso sem me avisar??
- Quando você começar a dizer que quer realmente.
- Eu quero.
- Quer o que? É o que eu tô pensando?
- Se o que você está pensando for isso... – desta vez foi quem o beijei.
Desta vez ele segurou minha cintura com mais força, me apertando em seu próprio corpo. Sua mão agora, em vez de estar no meu rosto, em minha bochecha, estava em minha nuca. Aproveitei que ele estava sem camisa e passei a mão por todo seu abdômen e a outra alisando seu lindo cabelo, mesmo ele estando todo bagunçado. Empurrei-o um pouco pra trás quando senti uma dor, leve mais dor, em meu lábio de baixo. Ele havia me mordido. Dustin é selvagem, gosta de morder. Ele não se afastou de mim, melhor ainda, me puxou pra mais perto dele, algo impossível já.  Paramos o beijo por falta de fôlego, acredito, se não continuaríamos ali por horas e horas.
Já era 6 horas, daqui 15 minutos minha mãe acordaria e se eu não estiver em casa ela iria me matar. E mal sabia que eu ia comer pizza se não ela viria junto. Ela ama de paixão pizza. Aliás eu nem comi pizza, dormi até mesmo antes dela chegar.
- Consegue me levar em casa em 10 minutos??
- Só se agente for de Hornit., mais está um pouco frio. Vai assim mesmo?
- Melhor passar frio do que levar bronca da mãe.
- Pega minha blusa, vai esquentar pelo menos seus braços.
- Tudo bem – no que falei ele me pegou pela cintura e me beijou e puxou minha mão rumo as escadas..

Cheguei em casa em 10 minutos certinhos. Me despedi do Dustin e entrei em casa devagarinho pra não fazer barulho. Subi as escadas na ponta dos pés. Entrei em meu quarto me despi e fui tomar um banho. Ouvi minha mãe entrar no quarto e me chamar, mas acho que ela ouviu o barulho da banheira e então foi pro seu quarto. Deu tudo certo. Eu sabia que daria.

A Dream 24

Capitulo 24
Hilary P.O.V
Enquanto ele vinha em minha direção, eu desamarrei o roupão branco. Ele ainda me olhava com cara de safado, sem blusa alguma naquele frio todo, e arrepiado. Quando meu roupão se abriu deixei a mostra meu corpo semi nu naquele conjunto de lingerie vermelha. Ele arregalou os olhos, não sei porque, ele já vira meu corpo deste jeito e até completamente nu 2 vezes pelas minhas contas. Ele finalmente chegou, desceu o restante do roupão deixando-o cair no chão, agarrou-me me empurrando contra a parede, me beijou e entre o beijo puxou uma de minhas pernas para cima, tirou a mão do meu pescoço levando-a até minha perna direita, levantando-a também. Nossos corpor se encaixavam perfeitamente um no outro.
Éramos como um quebra-cabeça na qual ia se juntando e se tornando completo. Estrava agarrada em seu pescoço e uma de minhas mãos estava arranhando suas costas e a outra alisando seu cabelo. Nosso beijo era selvagem, era um beijo com desejo. Com amor. Muito amor. Enquanto nos beijávamos ele me levou até a cama, me colocando em cima dela com delicadeza. Minhas pernas ainda estavam em sua volta. Ele desceu o zíper de sua calça, acabei de tirá-la com os pés. A cueca dele era box e preta, ele só usa box afinal !! Uma de suas mãos alisavam meu corpo, a outra acariciava meu pescoço. Como ele consegue ser tão perfeito?? Ele era indescritível, um ser que só existia em sonhos.
Não conseguíamos separar nossos lábios parecia que havia sido colados com super cola, ou cola de sapateiro. E quando tinha separado pela primeira vez ele desceu até meu pescoço mordendo devagar até que me chupou. Só com aquilo me dava vontade de gemer, mas me segurava porque estava em casa e havia mais gente desta vez. Ele já estava com a mão na minha bunda, prestes a rasgar minha calcinha, quando ouvi meu pai descer ás escadas, claro que era ele, eu sabia que era pelo modo de pisar. Com certeza ele iria beber água. Peter se assustou quando parei com minha respiração ofegante e segurei sua mão. Ele me olhou confuso, procurando saber o que aconteceu, quando ouviu os passos de meu pai, mudou completamente sua cara. Ele me olhou meio que “não pode ser!!!” E não podia, esperamos meu pai fechar a porta de seu quarto. Isso com certeza tinha acabado com o clima, tínhamos que começar tudo de novo.
- Acha que seu pai já foi dormir??
- Ele é sonâmbulo provavelmente estava dormindo. – O clima ainda não tinha voltado. Porra
- Hum.... – caralho eu quero transar, porque meu pai tinha que se levantar??
Eu não falei nada, só olhava pra baixo mais a única coisa que via era meus peitos quase saindo fora do sutiã.
- Posso pedir uma coisa ?? – disse Peter do nada
- Tudo – falei sorrindo maliciosamente pra ele
- Lembra aquelas suas dancinhas de infância?? – fiz que sim com a cabeça – Então, dança elas pra mim??
- Dançar??
- É, dança só pra mim Hilary – ele me beijou – Quero dança do ventre, assim como naquela época!!
- Posso tentar mais perdi o jeito, já vou avisando. – empurrei ele pra cima fazendo ele ir pro lado e se sentar na cama de frente pra sacada.
Levantei-me e peguei um pano branco, enrolei ele em meu corpo, engraçado que eu ainda lembrava o jeito de se enrolar. Fui ao centro do quarto e me ajeitei na posição certa, e comecei a dançar devagar, sexy pra voltar com o clima. Peter me olhava, rindo ás vezes, mordendo o lábio. A música, assim como os passos da dança, estava na minha cabeça. Fui chegando, devagar, cada vez mais perto de Peter de onde Peter estava. Peter estava meio inclinado para trás e apoiado em suas mãos no colchão, ele ainda me olhava daquele mesmo jeito. Já na sua frente, tremi o corpo inteiro sem nem mexer os pés ou as pernas. Eu levava mesmo jeito pra isso. Abri os braços e a dança acabou, Peter se levantou bem devagar colocou meu cabelo pra trás da orelha, alisou uma parte do meu pescoço.
- Acho que ficou a marca.
- Não da nada. – respondi tentando evitar o arrepio, que não adiantou nada, me arrepiei assim mesmo.
Peter, por ter visto como coloquei o pano branco, típico pra esse tipo de dança, sabia muito bem como tirá-lo. Primeiro tirou a parte de cima do ombro, depois desenrolou ela da minha cintura. A melhor parte, ele sentou na cama de novo e tirou o bico do pano que estava preso em minha calcinha com a boca. Aquilo me fez arfar. Ele se levantou de novo, só que beijando minha barriga até o centro de meus seios. Colocou a mão na minhas costas, desabotoando meu sutiã vermelho. Ele fez questão de tirar ele mesmo o sutiã por completo e jogou ele no chão, virei o rosto pra ver onde ele havia caído, em cima da mesa de livros da escola. Ele me pegou no colo e me colocou na cama de novo. Mesmo com toda vontade, mesmo todo selvagem, ele ainda conseguia ser delicado comigo. Me beijou e apertou um de meus seios, acho que foi o direito, ou será que foi o esquerdo?? Enfim, eu gemi com aquilo. Sua mão desceu por meu corpo, parou em minha cintura, pronta pra tirar minha calcinha. Dito e feito, estava completamente nua. Ele ainda me beijava e com a mão me masturbava. Tirei sua cueca mostrando pra ele que estava pronta pra ser penetrada. Ele me deu um último selinho, olhou pra baixo e levantou minhas pernas, me penetrou devagar fazendo-me sentir cada canto, cada pedaço de seu pênis. Fo aumentando a velocidade aos poucos. Eu estava gemendo, baixo, mas gemendo. Acho que sou ótima pra fazer sexo escondido ou em lugar proibido, porque quase não gemo e quando acontece, sai bem baixo. Fui me levantando e puxei-o pelo ombro, fiz ele deitar, beijei-o. Agora era minha vez de impressioná-lo. Pensei em fazer boquete, mas estava muito cedo pra isso, e vamos combinar que é meio nojento, apesar de ser o pênis do Peter. Beijei cada canto de seu abdômen, cada quadradinho do seu tanquinho, ele ria sem entender o que estava fazendo. Deitei-me em cima dele, puxei seu ombro de novo e o fiz sentar, estava em cima de seu membro. Beijei-o e comecei a subir e descer, subir e descer, subir e descer. Isso sim era bom, comecei a rir da cara dele, estava muito engraçada, juro. Mordia meu lábio pra não gritar de prazer. Peter do nada me pegou no colo e se levantou, me deixou na parede. Subiu uma de minhas pernas e começou a me foder, sentia a cabeça do seu amiguinho tocar meu útero. Isso não doía, pelo ao contrário, era melhor que muita posição sexual por ai. Minha respiração voltou a ser ofegante, a dele havia acabado de ficar. Chegamos ao nosso ápice. Se continuássemos ele com certeza iria gozar dentro de mim. E não quero ser mãe logo cedo. Pelo menos não agora.
Ele saiu de dentro de mim, nos desgrudamos, nos separamos. Ele me beijou e virei rumo ao banheiro. Na virada ele puxou meu braço, me deu um selinho e bateu em minha bunda.
- Vê se não demora gostosa!
- Se você quiser vem junto..
- Se eu for não vamos sair dai tão cedo.
- Melhor ainda. – ele riu quando falei isso, mas mesmo assim ele veio.

Fomos tomar banho.