sexta-feira, 12 de julho de 2013

A Dream 24

Capitulo 24
Hilary P.O.V
Enquanto ele vinha em minha direção, eu desamarrei o roupão branco. Ele ainda me olhava com cara de safado, sem blusa alguma naquele frio todo, e arrepiado. Quando meu roupão se abriu deixei a mostra meu corpo semi nu naquele conjunto de lingerie vermelha. Ele arregalou os olhos, não sei porque, ele já vira meu corpo deste jeito e até completamente nu 2 vezes pelas minhas contas. Ele finalmente chegou, desceu o restante do roupão deixando-o cair no chão, agarrou-me me empurrando contra a parede, me beijou e entre o beijo puxou uma de minhas pernas para cima, tirou a mão do meu pescoço levando-a até minha perna direita, levantando-a também. Nossos corpor se encaixavam perfeitamente um no outro.
Éramos como um quebra-cabeça na qual ia se juntando e se tornando completo. Estrava agarrada em seu pescoço e uma de minhas mãos estava arranhando suas costas e a outra alisando seu cabelo. Nosso beijo era selvagem, era um beijo com desejo. Com amor. Muito amor. Enquanto nos beijávamos ele me levou até a cama, me colocando em cima dela com delicadeza. Minhas pernas ainda estavam em sua volta. Ele desceu o zíper de sua calça, acabei de tirá-la com os pés. A cueca dele era box e preta, ele só usa box afinal !! Uma de suas mãos alisavam meu corpo, a outra acariciava meu pescoço. Como ele consegue ser tão perfeito?? Ele era indescritível, um ser que só existia em sonhos.
Não conseguíamos separar nossos lábios parecia que havia sido colados com super cola, ou cola de sapateiro. E quando tinha separado pela primeira vez ele desceu até meu pescoço mordendo devagar até que me chupou. Só com aquilo me dava vontade de gemer, mas me segurava porque estava em casa e havia mais gente desta vez. Ele já estava com a mão na minha bunda, prestes a rasgar minha calcinha, quando ouvi meu pai descer ás escadas, claro que era ele, eu sabia que era pelo modo de pisar. Com certeza ele iria beber água. Peter se assustou quando parei com minha respiração ofegante e segurei sua mão. Ele me olhou confuso, procurando saber o que aconteceu, quando ouviu os passos de meu pai, mudou completamente sua cara. Ele me olhou meio que “não pode ser!!!” E não podia, esperamos meu pai fechar a porta de seu quarto. Isso com certeza tinha acabado com o clima, tínhamos que começar tudo de novo.
- Acha que seu pai já foi dormir??
- Ele é sonâmbulo provavelmente estava dormindo. – O clima ainda não tinha voltado. Porra
- Hum.... – caralho eu quero transar, porque meu pai tinha que se levantar??
Eu não falei nada, só olhava pra baixo mais a única coisa que via era meus peitos quase saindo fora do sutiã.
- Posso pedir uma coisa ?? – disse Peter do nada
- Tudo – falei sorrindo maliciosamente pra ele
- Lembra aquelas suas dancinhas de infância?? – fiz que sim com a cabeça – Então, dança elas pra mim??
- Dançar??
- É, dança só pra mim Hilary – ele me beijou – Quero dança do ventre, assim como naquela época!!
- Posso tentar mais perdi o jeito, já vou avisando. – empurrei ele pra cima fazendo ele ir pro lado e se sentar na cama de frente pra sacada.
Levantei-me e peguei um pano branco, enrolei ele em meu corpo, engraçado que eu ainda lembrava o jeito de se enrolar. Fui ao centro do quarto e me ajeitei na posição certa, e comecei a dançar devagar, sexy pra voltar com o clima. Peter me olhava, rindo ás vezes, mordendo o lábio. A música, assim como os passos da dança, estava na minha cabeça. Fui chegando, devagar, cada vez mais perto de Peter de onde Peter estava. Peter estava meio inclinado para trás e apoiado em suas mãos no colchão, ele ainda me olhava daquele mesmo jeito. Já na sua frente, tremi o corpo inteiro sem nem mexer os pés ou as pernas. Eu levava mesmo jeito pra isso. Abri os braços e a dança acabou, Peter se levantou bem devagar colocou meu cabelo pra trás da orelha, alisou uma parte do meu pescoço.
- Acho que ficou a marca.
- Não da nada. – respondi tentando evitar o arrepio, que não adiantou nada, me arrepiei assim mesmo.
Peter, por ter visto como coloquei o pano branco, típico pra esse tipo de dança, sabia muito bem como tirá-lo. Primeiro tirou a parte de cima do ombro, depois desenrolou ela da minha cintura. A melhor parte, ele sentou na cama de novo e tirou o bico do pano que estava preso em minha calcinha com a boca. Aquilo me fez arfar. Ele se levantou de novo, só que beijando minha barriga até o centro de meus seios. Colocou a mão na minhas costas, desabotoando meu sutiã vermelho. Ele fez questão de tirar ele mesmo o sutiã por completo e jogou ele no chão, virei o rosto pra ver onde ele havia caído, em cima da mesa de livros da escola. Ele me pegou no colo e me colocou na cama de novo. Mesmo com toda vontade, mesmo todo selvagem, ele ainda conseguia ser delicado comigo. Me beijou e apertou um de meus seios, acho que foi o direito, ou será que foi o esquerdo?? Enfim, eu gemi com aquilo. Sua mão desceu por meu corpo, parou em minha cintura, pronta pra tirar minha calcinha. Dito e feito, estava completamente nua. Ele ainda me beijava e com a mão me masturbava. Tirei sua cueca mostrando pra ele que estava pronta pra ser penetrada. Ele me deu um último selinho, olhou pra baixo e levantou minhas pernas, me penetrou devagar fazendo-me sentir cada canto, cada pedaço de seu pênis. Fo aumentando a velocidade aos poucos. Eu estava gemendo, baixo, mas gemendo. Acho que sou ótima pra fazer sexo escondido ou em lugar proibido, porque quase não gemo e quando acontece, sai bem baixo. Fui me levantando e puxei-o pelo ombro, fiz ele deitar, beijei-o. Agora era minha vez de impressioná-lo. Pensei em fazer boquete, mas estava muito cedo pra isso, e vamos combinar que é meio nojento, apesar de ser o pênis do Peter. Beijei cada canto de seu abdômen, cada quadradinho do seu tanquinho, ele ria sem entender o que estava fazendo. Deitei-me em cima dele, puxei seu ombro de novo e o fiz sentar, estava em cima de seu membro. Beijei-o e comecei a subir e descer, subir e descer, subir e descer. Isso sim era bom, comecei a rir da cara dele, estava muito engraçada, juro. Mordia meu lábio pra não gritar de prazer. Peter do nada me pegou no colo e se levantou, me deixou na parede. Subiu uma de minhas pernas e começou a me foder, sentia a cabeça do seu amiguinho tocar meu útero. Isso não doía, pelo ao contrário, era melhor que muita posição sexual por ai. Minha respiração voltou a ser ofegante, a dele havia acabado de ficar. Chegamos ao nosso ápice. Se continuássemos ele com certeza iria gozar dentro de mim. E não quero ser mãe logo cedo. Pelo menos não agora.
Ele saiu de dentro de mim, nos desgrudamos, nos separamos. Ele me beijou e virei rumo ao banheiro. Na virada ele puxou meu braço, me deu um selinho e bateu em minha bunda.
- Vê se não demora gostosa!
- Se você quiser vem junto..
- Se eu for não vamos sair dai tão cedo.
- Melhor ainda. – ele riu quando falei isso, mas mesmo assim ele veio.

Fomos tomar banho.

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