Capitulo 24
Hilary P.O.V
Enquanto ele
vinha em minha direção, eu desamarrei o roupão branco. Ele ainda me olhava com
cara de safado, sem blusa alguma naquele frio todo, e arrepiado. Quando meu
roupão se abriu deixei a mostra meu corpo semi nu naquele conjunto de lingerie
vermelha. Ele arregalou os olhos, não sei porque, ele já vira meu corpo deste
jeito e até completamente nu 2 vezes pelas minhas contas. Ele finalmente
chegou, desceu o restante do roupão deixando-o cair no chão, agarrou-me me
empurrando contra a parede, me beijou e entre o beijo puxou uma de minhas
pernas para cima, tirou a mão do meu pescoço levando-a até minha perna direita,
levantando-a também. Nossos corpor se encaixavam perfeitamente um no outro.
Éramos como
um quebra-cabeça na qual ia se juntando e se tornando completo. Estrava
agarrada em seu pescoço e uma de minhas mãos estava arranhando suas costas e a
outra alisando seu cabelo. Nosso beijo era selvagem, era um beijo com desejo.
Com amor. Muito amor. Enquanto nos beijávamos ele me levou até a cama, me
colocando em cima dela com delicadeza. Minhas pernas ainda estavam em sua
volta. Ele desceu o zíper de sua calça, acabei de tirá-la com os pés. A cueca
dele era box e preta, ele só usa box afinal !! Uma de suas mãos alisavam meu
corpo, a outra acariciava meu pescoço. Como ele consegue ser tão perfeito?? Ele
era indescritível, um ser que só existia em sonhos.
Não
conseguíamos separar nossos lábios parecia que havia sido colados com super
cola, ou cola de sapateiro. E quando tinha separado pela primeira vez ele
desceu até meu pescoço mordendo devagar até que me chupou. Só com aquilo me
dava vontade de gemer, mas me segurava porque estava em casa e havia mais gente
desta vez. Ele já estava com a mão na minha bunda, prestes a rasgar minha
calcinha, quando ouvi meu pai descer ás escadas, claro que era ele, eu sabia
que era pelo modo de pisar. Com certeza ele iria beber água. Peter se assustou
quando parei com minha respiração ofegante e segurei sua mão. Ele me olhou
confuso, procurando saber o que aconteceu, quando ouviu os passos de meu pai, mudou
completamente sua cara. Ele me olhou meio que “não pode ser!!!” E não podia,
esperamos meu pai fechar a porta de seu quarto. Isso com certeza tinha acabado
com o clima, tínhamos que começar tudo de novo.
- Acha que
seu pai já foi dormir??
- Ele é
sonâmbulo provavelmente estava dormindo. – O clima ainda não tinha voltado.
Porra
- Hum.... –
caralho eu quero transar, porque meu pai tinha que se levantar??
Eu não falei
nada, só olhava pra baixo mais a única coisa que via era meus peitos quase
saindo fora do sutiã.
- Posso pedir
uma coisa ?? – disse Peter do nada
- Tudo –
falei sorrindo maliciosamente pra ele
- Lembra
aquelas suas dancinhas de infância?? – fiz que sim com a cabeça – Então, dança
elas pra mim??
- Dançar??
- É, dança só
pra mim Hilary – ele me beijou – Quero dança do ventre, assim como naquela
época!!
- Posso
tentar mais perdi o jeito, já vou avisando. – empurrei ele pra cima fazendo ele
ir pro lado e se sentar na cama de frente pra sacada.
Levantei-me e
peguei um pano branco, enrolei ele em meu corpo, engraçado que eu ainda
lembrava o jeito de se enrolar. Fui ao centro do quarto e me ajeitei na posição
certa, e comecei a dançar devagar, sexy pra voltar com o clima. Peter me
olhava, rindo ás vezes, mordendo o lábio. A música, assim como os passos da
dança, estava na minha cabeça. Fui chegando, devagar, cada vez mais perto de
Peter de onde Peter estava. Peter estava meio inclinado para trás e apoiado em
suas mãos no colchão, ele ainda me olhava daquele mesmo jeito. Já na sua
frente, tremi o corpo inteiro sem nem mexer os pés ou as pernas. Eu levava
mesmo jeito pra isso. Abri os braços e a dança acabou, Peter se levantou bem
devagar colocou meu cabelo pra trás da orelha, alisou uma parte do meu pescoço.
- Acho que
ficou a marca.
- Não da
nada. – respondi tentando evitar o arrepio, que não adiantou nada, me arrepiei
assim mesmo.
Peter, por
ter visto como coloquei o pano branco, típico pra esse tipo de dança, sabia
muito bem como tirá-lo. Primeiro tirou a parte de cima do ombro, depois
desenrolou ela da minha cintura. A melhor parte, ele sentou na cama de novo e
tirou o bico do pano que estava preso em minha calcinha com a boca. Aquilo me
fez arfar. Ele se levantou de novo, só que beijando minha barriga até o centro
de meus seios. Colocou a mão na minhas costas, desabotoando meu sutiã vermelho.
Ele fez questão de tirar ele mesmo o sutiã por completo e jogou ele no chão,
virei o rosto pra ver onde ele havia caído, em cima da mesa de livros da
escola. Ele me pegou no colo e me colocou na cama de novo. Mesmo com toda
vontade, mesmo todo selvagem, ele ainda conseguia ser delicado comigo. Me
beijou e apertou um de meus seios, acho que foi o direito, ou será que foi o
esquerdo?? Enfim, eu gemi com aquilo. Sua mão desceu por meu corpo, parou em
minha cintura, pronta pra tirar minha calcinha. Dito e feito, estava
completamente nua. Ele ainda me beijava e com a mão me masturbava. Tirei sua
cueca mostrando pra ele que estava pronta pra ser penetrada. Ele me deu um
último selinho, olhou pra baixo e levantou minhas pernas, me penetrou devagar
fazendo-me sentir cada canto, cada pedaço de seu pênis. Fo aumentando a velocidade
aos poucos. Eu estava gemendo, baixo, mas gemendo. Acho que sou ótima pra fazer
sexo escondido ou em lugar proibido, porque quase não gemo e quando acontece,
sai bem baixo. Fui me levantando e puxei-o pelo ombro, fiz ele deitar,
beijei-o. Agora era minha vez de impressioná-lo. Pensei em fazer boquete, mas
estava muito cedo pra isso, e vamos combinar que é meio nojento, apesar de ser
o pênis do Peter. Beijei cada canto de seu abdômen, cada quadradinho do seu
tanquinho, ele ria sem entender o que estava fazendo. Deitei-me em cima dele, puxei
seu ombro de novo e o fiz sentar, estava em cima de seu membro. Beijei-o e
comecei a subir e descer, subir e descer, subir e descer. Isso sim era bom,
comecei a rir da cara dele, estava muito engraçada, juro. Mordia meu lábio pra
não gritar de prazer. Peter do nada me pegou no colo e se levantou, me deixou
na parede. Subiu uma de minhas pernas e começou a me foder, sentia a cabeça do
seu amiguinho tocar meu útero. Isso não doía, pelo ao contrário, era melhor que
muita posição sexual por ai. Minha respiração voltou a ser ofegante, a dele
havia acabado de ficar. Chegamos ao nosso ápice. Se continuássemos ele com
certeza iria gozar dentro de mim. E não quero ser mãe logo cedo. Pelo menos não
agora.
Ele saiu de
dentro de mim, nos desgrudamos, nos separamos. Ele me beijou e virei rumo ao
banheiro. Na virada ele puxou meu braço, me deu um selinho e bateu em minha
bunda.
- Vê se não
demora gostosa!
- Se você
quiser vem junto..
- Se eu for
não vamos sair dai tão cedo.
- Melhor
ainda. – ele riu quando falei isso, mas mesmo assim ele veio.
Fomos tomar
banho.
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