segunda-feira, 6 de maio de 2013

A dream 12


                        Capítulo 12
Peter Cel on
- Oii
- Eai Bro pronto pra ir naquela festa da minha prima comigo? – diz Dustin
- Vishii Bro tô meio ocupado
- Ouuuu e ai, agente tinha marcado.
- É que eu voltei com a Hilary cara. – Falou sorrindo Peter – Ela tá mais gostosa do que antes, meu Deus.
- Tinha que ter me avisado né, ai eu chamava outra pessoa cara.
- Chama o Jhonny, ele não faz nada de domingo mesmo.
-Tá, aproveita ai mano. Ela é muito gata.
- Gata mais só minha. – Peter desligou o telefone na cara de Dustin, seu melhor amigo, com vontade de socar-lhe a cara.
Peter Cel Off
- Quem era Peter??
- O Dustin, querendo sair de domingo.
- Ahh e porque você não foi??
- Porque eu não vou deixar o amor da minha vida pra sair com ele.
- Awwwwwwwwwwwwwwwn que fofo que meu Peter é..
- Repete.
- Repete o que? O MEU PETER? – disse Hilary dando ênfase na palavra meu.
- Só seu, sempre – disse me aproximando de Hilary e lascando um beijo caloroso e chupante.
De repente escutamos o barulho da porta da sala, e alguém começa chamar meu nome. Hilary já me olhou feio, coisa impossível pra aquela cara de anjo que ela tinha. Do nada minha mãe aparece na porta da varanda.
- Ah vocês estão ai – disse Samantha
- Mãe? – pergunto indignado – Você e o pai não iam voltar só amanhã de noite?
- Íamos só que seu pai não gostou desse novo acampamento então resolvemos vir embora.
- Ahh
- Olha como você tá magrinha Hilary, Peter deixou você passar fome, foi?
- Não, não Sam – respondeu minha Hi, rindo
- Eu estou varada de fome e vocês?
- Eu estou – gritou da sala o pai de Peter
- Eu também. – disse
- Então vão se trocar, vamos comer fora hoje.
Saímos da piscina rumo ao quarto felizes. Assim que acabamos de tomar banho, fomos nos arrumar. Hilary coloca um vestido branco, de seda, com caimento reto até um palmo á cima do joelho. Também coloca seu colar de coração que eu lhe dei, um cinto vermelho, que havia deixado na minha casa antes de nos separarem, e seu salto, também vermelho. Ela adora me provocar com essa cor. Seca mais ou menos seu cabelo e passa base no rosto, assim como um batom cor nude. ( Look: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=81346437&.locale=pt-br ) Já eu coloco uma bermuda jeans preta, uma blusa de corte V vermelha e sapa-tênis. Coloco também minha corrente e relógio de pulso de ouro ( sem querer me gabar ). Arrumo meu cabelo como o de sempre, em topete.
Nós 4 ficamos prontos na mesma hora.
- Peter você vai querer ir com seu carro ou vai junto comigo e com sua mãe?
- Eu e Hilary vamos com o meu.
- Tá, nos encontramos no shopping.
Hilary P.O.V.
Quando chegamos no shopping fomos para a praça de alimentação e ficamos por lá esperando por seu pais.
- A quantos quilômetros por hora você veio Peter? – disse o pai do Peter dando uma bronca nele.
- Eu não vim correndo, quem vem muito devagar foi você – retrucou Peter.
- Não liga pra eles querida. O que você vai querer comer? – disse Sam á mim
- Qualquer coisa, não estou com muita fome Sam
- E vocês crianças o que vão querer? – O 4 riram com a piada de Samantha
- Quero lanche
- Eu quero igual o do Pai.
- Tal pai, tal filho. – disse brincando.
[...]
- Bom já acabamos e vamos ver um negócio ali – disse Peter se levantando e me levantando junto
- É? Que negócio que nem eu estou sabendo? – perguntei intrigada
- Você vai saber.
- Tá bem, mais vocês vão voltar? – perguntou Samantha
- Não. Podem ir se vocês quiserem – respondeu Peter com pressa
Ele esperou eu me levantar e pegar minha bolsa. Assim que me levantei ele pegou minha mão e me puxou. Saímos andando por ai pelo shopping. O que será que ele estava tramando? Fiquei bem curiosa.
- Que negócio que vamos ver amor?
- Você ainda não pode saber, é surpresa.
- Surpresa mesmo, porque não consigo pensar em nada...
- Não se preocupe é algo bom! – falou Peter beijando minha bochecha rosada.
- Espero que seja mesmo Peter, confesso que tô bem curiosa.
Paramos em uma Joalheria, olhei pra ele curiosa.
- Entra amor, é aqui.
- O que agente veio fazer aqui Peter?
- Comprar uma joia ora..
- Pra que?
- Você vai ver amor.
Agente entrou, logo veio uma moça dando em cima do MEU Peter.
- Olá, posso ajudar?
- Queria comprar um diamante daqueles bem brilhantes e brancos, que possa ser colocado em uma aliança. – nesta hora juro que meus olhos brilharam.
A moça falava várias coisas lá, que eu não prestava atenção. Eu não tive reação depois disto. Eu só imaginava meu dedo com uma aliança composta por um tipo de diamante. Por mim poderia ser qualquer brilhinho mais ele preferiu um DIAMANTE. Sabe o que é um diamante? É, então. Eu ia ter uma aliança com diamantes. Nossa segunda aliança. Meu Deus, em minha segunda aliança de namoro com Peter teria diamantes. Estava muito, muito, muito feliz mesmo. Não sabia como demonstrar essa felicidade. Eu só sabia sorrir. Peter me olhava várias vezes. Ele conversou com a mulher durante um bom tempo, mas nada fez com que minha felicidade sumisse dali, nem mesmo o ciúmes que eu estava sentindo bem no fundo. A mulher mediu o tamanho do meu dedo. 16. Um pouco pequeno não?? E do Peter. Não ouvi quantos. Não conseguia prestar atenção em nada que eles diziam. Eles combinaram alguma data. Será que ele estava combinando uma data pra ver ela bem na minha frente? Cafajeste que ele é. Isso sim. Olhei pra cara dele nervosa. E ele sorriu. Ai como ele pode ser tão perfeito?? Com aqueles olhos caramelados... Ele é o amor da minha vida.
- Vamos amor? Amanhã voltamos pra buscar nossas alianças. – disse ele sorrindo em minha direção.
Então era pra isso a data em que ele marcou com a moça atendente.
- Tudo bem... Não estou acreditando que você está fazendo isso.
- Nem eu Hilary. Nunca pensei que pudesse fazer isso por uma pessoa. Mas por você eu faço tudo. Tudo que estiver em meu alcance e até o que não tiver.
- Eu te amo Peter. – virei ele em minha direção e dei-lhe um beijo demorado.
- Como não amar essa belezura que sou? Me diz.
- Nada convencido né amor!!
- Só um pouquinho. – disse abrindo um lindo sorriso em seus lábios carnudos.
Fomos pro carro. Ele apertou o alarme da Ferrari Branca.
- Vai pra sua casa ou pra minha? – perguntou-me
- Eu não quero ficar longe de você..
- Nem eu de você princesa – ele me prensa no carro e me beija – mas é você quem decide dessa vez.
- De noite eu vou pra casa, quero aproveitar essas últimas horas com você. – disse maliciosa
- Você tá muito safadinha em...
- Ainda bem que você entendeu o recado.
Chegamos na casa dele, seus pais já haviam chegado.
- Demoraram em mocinhos..
- Estávamos numa joalheria. – eu sorri de imediato quando ele respondeu isso á sua mãe
- Onnnnnnw que bonitinho que meu filho é, gente.
- Mãe não dá Pithi não tá. Vamos lá pro quarto Hi. – falou ele me puxando rumo ás escadas á cima.
Chegamos em seu quarto rapidamente. Ele fechou a porta.

sábado, 4 de maio de 2013

A dream 11


                  Capitulo 11
Peter P.O.V
A campainha toca. Hilary me olha diferente, com raiva ou talvez surpresa. Ainda bem que eu já havia acabado o banho. Enrolei-me numa toalha branca e corri rumo ás escadas.
- Já volto amor – gritei já na metade das escadas
Provavelmente seria as faxineiras que contratei pra limpar a casa antes de acordar a Hilary. Aliás, ela provavelmente estaria saindo da banheira agora ou trocando de roupa. Ela desce as escadas lindamente, vestida num short preto com uma regata branca que mostrava as alças do sutiã rosa que vestira também.
- Hilary fala o que tem que fazer pra elas que eu vou ir lá em cima me arrumar
- Tá bem, vai lá – responde Hilary – Bom dia, senhoras. Ontem fizemos uma festa e como podem ver está uma bagunça a casa. – foi tudo que consegui ouvir até chegar ao quarto.
Quando estava preste a acabar de secar meu cabelo, vejo o reflexo angelical de Hilary no espelho. Como uma garota de 18 anos consegue ser tão linda e tão perfeita? Ela parecia um anjo. Um anjo que com certeza Deus me enviou, porque sou um bom jovem. Algo de bom eu merecia não??
- Nossa eu assustei, achei que eram seus pais.
- Eu sabia que não era porque eu quem as chamei.  - Me referi ás faxineiras.
- Você as chama e não me fala nada, bonito isso.
- Foi mal. Estava fazendo coisa melhor ao invés de me lembrar disso. – falei puxando-a para mais perto. – Eu te amo amor.
- Também te amo Peter. Vá se trocar, agora temos gente em casa... 
- Tá – selei nossos lábios e me dirigi ao closet
- O que vamos fazer quando elas forem embora amor??
- Por mim eu não faria nada, você estando do meu lado tudo bem... – respondi aparecendo só de cueca box preta no quarto e fitando-a carinhosamente com os olhos.
- Meu Deus Peter como você é fofo...
Volto ao closet e pego um short qualquer de jogar futebol e visto-o. Ele era preto.
- Onde você pensa que vai com esse short? – pergunta intrigada
- Vou agarrar o amor da minha vida – agarrei Hilary fortemente
- Eu te amo Peter.
- Eu a amo mais ainda bebê.
Ficamos ali, abraçados no quarto durante o serviço das faxineiras.
[...]
Cansamos de esperar, então resolvemos descer pra ver se o serviço estava pronto. E enquanto descíamos as escadas, fazia cosquinha na Hilary, pois sei que ela adora cosquinhas. O riso dela é tão gostoso. Tão perfeito... O serviço das senhoras já havia terminado, elas só estavam colocando as coisas e objetos de volta em seus devidos lugares, deixando também os quartos arrumados. Paguei com dinheiro vivo ás senhoras trabalhadoras, elas mereciam. A casa estava mesmo uma bagunça.
- O que vamos fazer agora já que a casa tá limpa? – Pergunta Hilary
- Tá muito calor, vamos dar um pulo na piscina comigo?
- Mas não trouxe meu biquíni!!
- Vamos lá buscar.
- Tá bom, eu vou pegar meu chinelo. – disse Hilary subindo as escadas correndo
Subi junto pois queria trocar de roupa também. Coloquei uma bermuda jeans, uma blusa polo branca e meu par de chinelos também brancos.
Entramos no carro e logo Hilary liga o rádio, que começa á tocar Come and Get It. Dei partida e sai á 100 km/h. Hilary começa á cantar a música loucamente e feliz.
Eu amo o sorriso dela. Eu amo vê-la sorrindo. Ainda mais do meu lado. Achei que esse momento nunca iria existir. Durante 19 anos, a minha vida inteira, eu sonhei com este momento. Desde o dia em que vi ela pela primeira vez eu sabia que seria ela, tinha que ser ela. Crescemos juntos. E o que mais quero é morrer ao lado dela.
Chegando em sua casa, Hilary entra e surpreende seus pais, que estavam sentados na sala assistindo Tv.
- Uai. Você não ia voltar só hoje de noite, se eu não me engano? – Pergunta Mandy
- Vim buscar meu biquíni, toalha e protetor. – responde Hilary já subindo as escadas
Entrei uns minutos depois.
- Olá Sr. John
- Olá Peter – responde John – cuidou bem da minha filha??
- O máximo que pude.
- Vamos Peter – diz Hilary já na sala com uma bolsa – Tchau mãe, tchau pai.
- Tchau querida. Tchau Peter.
- Tchau Sra. Mandy – respondi
Nos dirigimos ao carro. Chegamos em minha casa em menos de 20 minutos, o que numa velocidade constante de 60 km/h chegaríamos 40 minutos mais tarde.
[...]
 - Vou lá em cima me trocar – disse Hilary
- Te espero na piscina – disse já tirando minha blusa e minha bermuda, ficando apenas com uma sunga vermelha.
Peguei o controle da piscina e liguei a hidromassagem. Adentrei a piscina na espera de Hilary.
Hilary uma garota branca, de uma beleza esbelta, com cabelos castanhos compridos, de seios fartos (que me deixavam loucos), barriguinha sexy, bunda avantajada e coxas um pouco grassas, me deixavam deslumbrado. Assim que ela entrou na varanda se deparou comigo á observando, hipnotizado. Hilary falava algo, mas eu parecia não escutar. Hilary estalou os dedos tirando-me do transe.
- Hellow, eu perguntei se você passou protetor – disse Hilary
- N-não – respondi gaguejando – ainda não.
- Então vem cá, eu passo em você e você em mim.
- Tudo bem – sai da piscina.
Hilary passou protetor nas minhas costas, peitoral e abdome definidos. Eu sou um gostoso fala sério!! Quando fui passar protetor nas costas de Hilary não me aguentei e falei coisas pervertidas em seu ouvido e ela ria sem parar. Ela me olhava com jeitinho malicioso. Como eu amava aqueles olhos, cor de castanho escuro, assim como seus cabelos sedosos e brilhosos.
- Eu amo vermelho – disse prestando atenção em seu biquíni, que era vermelho.
- Eu sei – respondeu Hilary maliciosamente.
Meu celular toca. Droga quem seria uma hora tão boa dessa? Porque eu não desliguei o celular, porra?


                           Comentem please...

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A dream 10 - postado por causa da Diana Lindaaa


                      Capitulo 10
Hilary P.O.V.
Eu não aguentava mais. Eu o amava. E porque não me ceder á ele? Ele era incrível, engraçado. Ele foi o único homem por quem eu realmente me apaixonei. Nós nos conhecemos ainda quando éramos pequenos, assim que me mudei pra Los Angeles. Ele era meu vizinho, brincávamos a tarde inteira. Brincávamos só nós dois, pois os outros meninos o odiavam por ele ser o mais bonito da vizinhança. E as meninas me odiavam por ser a única que brincava com ele. Não era tão bonita, mas era uma garota... digamos que... ajeitadinha. Vivíamos juntos. Em festas sempre íamos juntos. Nossos pais eram mais que amigos, eram companheiros de trabalho. Mas meu pai ganhou promoção e senhor John havia mudado de trabalho, fazendo os dois se separarem. Resumindo, eu e Peter também nos separemos. Eu e minha família tivemos que mudar. Ficando mais longe ainda de Peter, da família Gomez. Senti muitas saudades dele. Mas quando recebi a notícia que teria que me mudar para o colégio de Peter, fiquei super feliz. Chegava a pular na cama de felicidades.
Quando adentrei no colégio pela primeira vez, logo avistei Peter com seus amigos. Ele deixou tudo o que estava fazendo e veio me abraçar. Fiquei meia surpresa com sua reação, mas adorei-a muito. Desde então, ele só ficava comigo nas horas vagas, onde não tinha aula. Mas brigamos, porque eu não tinha só ele em minha vida. Eu precisavas de amizades do mesmo sexo que eu. Foi aonde conheci Liah. Que até hoje permanece do meu lado. Quando voltamos á nos falar, Peter logo me pediu em namoro. O amava muito, e ainda amo, então aceitei o pedido. Ficamos juntos durante um ano, até termos nossa segunda briga mais séria. E desde então não conversava com ele. Eu sempre soube que ele era o amor da minha vida. E nada mais podia me impedir de transar com ele. Bom... Não agora.
Corri com ele até o centro do quarto. Ele beijou-me de um jeito caloroso, como nunca vi antes. Ele sabia o que estava preste a acontecer. Eu queria, ele também. Há tempos ele, assim como eu, queria isso. Ele percorria cada canto de minha boca com sua língua, que por sua vez era quente e lisa. Uma de suas mãos, que alisava minhas costas, estava cada vez mais á baixo. E a outra segurava minha nuca, trazendo-me  para mais perto dele. O beijo era lento, dando tempo á Peter pra tirar minha blusa. Eu passava a mão por entre seus cabelos louros loucamente. Ele já estava sem camisa, dando oportunidade pra eu me deliciar com as mãos em seu peitoral e abdome definido, por causa do futebol e academia. Sinceramente acho que ele toma ou tomava bomba, pra ter ficado sexy daquele jeito de uns meses á outros. Ele me jogou na cama, ficando por cima de mim. Ele continuava a me beijar sensualmente. Assim que seu corpo pediu por oxigênio, separou nossos lábios por alguns instantes. Logo após selou eles de novo. Dessa vez o beijo era mais rápido e mais gostoso. Mas nossos lábios foram, novamente, separados por falta de oxigênio, dessa vez por minha parte. Enquanto isso Peter acariciava minha coxa esquerda, passando levemente sua mão na minha bunda. Eu sabia que ele não iria conseguir mais se segurar. Resolvi então tirar sua bermuda. Espantei-me com tamanho volume em sua cueca box vermelha. Ele realmente estava excitado. Tirou meu short de pijama e minha calcinha, que era branca assim como o sutiã. Ele começou roçando seu “precioso” na minha amiguinha. Parece que ele estava gostando de me maltratar. Aquilo me deixava cada vez mais excitada. Então finalmente ele me penetrou. Gemi de dor. O único bem imaterial que ainda existia em mim havia acabado, sumido, perdido de vez. Minha virgindade se fora. Ele me penetrou uma. Duas ou mais vezes. Senti algo estranho mas ao mesmo tempo prazeroso. Meu primeiro orgasmo. Algo branco saia de minha vagina e Peter o lambia aos poucos. Sua língua fazia cosquinha em minha amiguinha. Mudamos de posição. Agora quem estava por cima era eu. Eu rebolava e kikava. Fazia uma sequência de algo do tipo em cima de seu órgão genital. Ele sorria de tanto prazer.
- Não sabia que você sabia fazer isso!!
- Nem eu. – disse sorrindo
Depois de varias posições sexuais que ele tinha me ensinado, ele mostrou cansaço, assim como eu. Nos deitamos e ficamos ali, nus, durante um bom tempo. Levantei-me e coloquei a banheira pra encher. Voltei ao quarto e olhei no fundo de seus olhos.
- Eu te amo Peter.
- Eu também te amo Hi.
- Vamos tomar banho? A banheira já está cheia.
- Vamos – falou Peter já se levantando da cama e me agarrando por trás e me levando até a banheira.
Meu Deus como uma pessoa pode ser tão perfeita? Me diz! Como? Ele era um Deus-grego, um príncipe. O meu príncipe. Era o sonho de toda garota. Ele era o meu sonho, sendo realizado.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A dream 9


               Capitulo 9
- Peter melhor não...
- Mas eu quero, nós dois queremos.
- Não hoje, Peter.
- Eu não vou te forçar á nada Hi.
- Muito obrigada por me entender.
- Mas se você quiser estou aqui. – brinca Peter
- Vamo dormir vai – diz Hilary sorrindo
Peter lhe dá um beijo caloroso, eles se abraçam e dormem de conchinha, agarrados. Ele fica beijando o pescoço de Hilary até ela adormecer.
Peter acorda antes que Hilary e para faze-la acordar começa a soprar sua orelha. Hilary acorda e parte pra cima dele, brincando.
- Estamos na posição certa sabia? – diz Peter
- Sim – responde Hilary observando o modo como estava em cima dele.
- Só falta agente tirar a roupa.
- Não Peter, já disse que não.
- Mais agente nunca fez, caramba.
- Talvez seja por isso que você se separou de mim!! – Diz Hilary já nervosa
- E se fosse?? E se eu dissesse que sim, iria mudar alguma coisa??
- Não – grita Hilary já descendo as escadas rumo á cozinha bagunçada, chorando.
Peter desce as escadas...
- Desculpa Hilary, não foi por querer.
Peter vira Hilary que estava encostada de frente á pia, encostando seus corpos um no outro. Enxuga as lágrimas no rosto de Hilary e diz.
- Desculpe bebê, não tive a intenção de magoa-la.
- Você nunca tem intenção né, incrível.
- Perdão bebê... – Peter fala e abaixa a cabeça.
Hilary também abaixa a cabeça. Os dois se calam, depois de um tempo Peter levanta sua cabeça, e com um ou dois dedos a cabeça de Hilary. Ele olha profundamente nos olhos dela e a beija.
Depois do beijo Hilary pega na mão de Peter e o leva até o quarto de seus pais.
- É isso mesmo que estou pensando Hi??
- Eu quero Peter.
- Hoje é o dia mais feliz da minha vida.
- O meu também...

A dream 8


                        Capítulo 8
Assim que desce as escadas Peter se ajeita no sofá de sua casa. Se cobre e consegue dormir sossegado.
Hilary acorda de bom humor e até se depara com um sorriso espontâneo no rosto.
- Que sonho estranho... – Fala pra si mesma ao se olhar no espelho.
Ela desce as escadas, Peter ainda está dormindo. Resolve ir á cozinha fazer algo para ela e Peter comer. Hilary prepara lanches frio, contendo neles: salame, cheddar e algumas verduras. Também prepara suco natural de laranja.
Hilary leva a bandeja até a sala, coloca-a na mesa, e vai acordar Peter. Primeiramente ela senta no chão e tira a coberta de Peter. Ele estava suando, pois o sol já havia nascido. Hilary arruma o cabelo dele, dá-lhe um beijo na testa e chama-o:
- Peter, acorda. – Não houve resposta.
- Peter. Vamos, tá na hora de acordar.
- Ahh ?? – responde Peter
- Vamos, acorda. Temos muita coisa a fazer.
- Já tô indo Hi...
- Acorda Peter, fiz café da manhã pra gente.
Peter se vira e dá de frente com o rosto de Hilary te olhando e lhe rouba um selinho.
- Dormiu bem Hi?
- Sim e você? – disse Hilary envergonhada
- Não muito, fui dormir muito tarde.
- Porque foi dormir tarde?
- Nada não.
Peter também se senta no chão. Os dois comem e vão pra cozinha.
- Eu lavo a louça. – Diz Hilary.
- Tá, eu seco e guardo então.
Os dois conversam sobre os detalhes da festa.
- Temos que tirar todos os objetos que possam ser quebrados, se não sua mãe irá achar ruim...
- Agente pode colocar no meu quarto.
- Temos também que empurrar o sofá, para termos mais espaço pra dançar.
- Você vai dançar?
- Não sou disso, tu sabe muito bem.
- Mas e se alguém te puxar pra dançar?
- E quem vai ser o louco?
- Eu, a Liah, qualquer um...
- Eu recuso o convite.
- E você vai ficar fazendo o que na festa?
- Lendo no seu quarto.
- Como se as coisas vão estar lá?
- Ai é mesmo.
- Eu preciso da sua ajuda pra organizar essa festa.
- Mais eu estou te ajudando Peter.
- Mas preciso de ajuda antes, durante e depois da festa.
- Eu estou aqui não estou.
- Está...
Eles preparam toda a casa para a festa. Compram comidas e bebidas. Arrastam e tiram coisas. 8 horas da noite a casa fica pronta. O Dj chega e começa a montar seus equipamentos.
- Vou tomar banho Peter, cuida de tudo ai.
- Tá, depois vou eu...
Hilary vai ao quarto de Peter tomar banho lá. Depois de 1 hora ela fica pronta, contando com roupa, maquiagem e cabelo. Peter para o que está fazendo para olha-la descer as escadas. ( Look Party: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=80808260&.locale=pt-br )
- Este short não está um pouco curto não??
- O tamanho não importa, eu vou estar com você.
- Aée?? - Peter agarrou ela e beijou-a explorando cada canto de sua boca.
- Vou tomar banho.
- Vai lá, eu cuido daqui agora.
Peter á abraça.
- Obrigada por você existir Hi. Obrigado mesmo.
- Não foi nada.. – diz Hilary surpresa com o gesto carinhoso de Peter.
Se desfazendo do abraço, Peter olha Hilary profundamente nos olhos e ele não deixou a oportunidade fugir. Lascou-lhe outro beijo, rápido mais um beijo, e corre pra escada. Peter sobe as escadas, a campainha toca, é Liah e outros amigos. Hilary apaga as luzes e o dj começa seu show. Cada vez pessoas chegam mais. A casa fica lotada. Todos se divertem.
1 e 30 da manhã ocorre brigas entre colegas. Isto faz com que pessoas vão embora. A festa acaba aproximadamente 2 e 40.
- Finalmente á sós.. – diz Peter
- Como assim?
- No modo de falar Hilary, sem ninguém, sem bagunça.
- Só não se esqueça de que amanhã vamos ter que limpar tudo isso.
- Nem me lembre, tô cansadão. Preciso da minha cama.
- Como, seu quarto está cheio de coisas.
- Putz e onde vamos dormir Hi?
- No sofá não dá, vomitaram nele.
- E quem foi o filho da puta que fez isso?
- Um penetra, provavelmente.
- Vagabundo.
- Só nos resta..
- O quarto dos meus pais.
- Eles dormem em cama separadas né?
- Não. Eles se amam e são casados.
- Mais...
- É o único lugar que tem pra dormir hoje Hi.
- Tá, tá bom. Vamos, eu estou muito cansada.
Hilary coloca seu pijama, Peter sua bermuda de dormir.
- Quer coberta?
- Pode ser – responde Hilary
Os dois se deitam.
- Boa noite Hilary.
- Boa noite Peter.
 Peter se aproxima de Hilary ficando a 10 cm de distância...
- Será que eu posso ...
Hilary fica sem reação, e um beijo de ti é roubado.
Os dois se entreolham, na mesma cama, debaixo do mesmo cobertor...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A dream 7


                              Capitulo 7
- Peter agente já está dentro do shopping, e até agora você não falou qual filme vamos assistir..
- Calma você vai ver.
- Não sendo de terror...
- Desculpa, é de terror.
- Ahhh não Peter, você sabe que eu não gosto...
- Não é tanto assim, acredite em mim...
Os dois entram na sala, apenas com refrigerante e água. Suas cadeiras são as últimas, ou seja, no escurinho. Em cenas de terror, Hilary escondia seu rosto no ombro de Peter. Mas nada mais acontece. A sessão acaba.
- Está com fome? – Pergunta Peter
- Quero sorvete.
- Boa ideia, eu também quero.
Na fila do sorvete comentam sobre o filme:
- Esse filme é horrível, onde já se viu ET comer fígado humano? – Comenta Hilary
- Cuidado, talvez eu possa ser um ET e posso comer seu fígado – diz Peter cutucando a barriga de Hilary.
- Para seu louco, - diz Hilary sorrindo - deixa eu pedir o sorvete logo. Do que você quer?
- Creme.
- Me dá dois de creme, por favor. – Hilary se dirige á mulher da sorveteria.
- Vocês formam um casal perfeito...
- Mas não so....
- Obrigada, aqui está o dinheiro. – Peter interrompe Hilary
Os dois saem andando rumo ao estacionamento.
- Porque você me interrompeu Peter??
- Deixa a moça achar que somos um casal feliz uai.
- E porque??
- Sei lá.
Eles acabam de tomar o sorvete dentro do carro. Quando terminam vão embora.
Na casa:
- Em qual dos banheiros eu posso me trocar?
- Tem o do meu quarto, o banheiro normal e tem o da minha mãe.
- Qual é o mais próximo?
- Acho que o meu.
- Eu vou lá então. Não é pra ir lá viu.
- Falou tá falado Sra. Morris.
Voltando a sala...
- Onde eu vou dormir Peter?
- Dorme no meu quarto, eu durmo aqui na sala.
- Não a casa é sua, a cama é sua, você dorme lá.
- Hilary eu te peço, dorme lá hoje. Eu faço questão.
- Certeza??
- Sim.
- Ta bem então. Boa noite dorme com Deus. – Fala Hilary subindo as escadas.
- Você também.
Ás duas da manhã Peter ainda está acordado, incomodado com algo. Resolve subir em seu quarto para ver se está tudo bem com Hilary. Peter entra no quarto com o máximo de delicadeza possível para não fazer barulho. Vai até a beirada da cama, aproxima-se de Hilary e a beija. A beija de um modo caloroso, apaixonado, como nunca beijou alguém antes. Alivia seus lábios dos dela e lhe desejas:
- Bons sonhos Hilary...

A dream 6


                           Capítulo 6
Chegando na casa de Peter, Sr. E Sra. Gomez estavam lhes esperando na porta de casa.
- Boa noite Hilary, quanto tempo querida.
- Boa noite Sra. Gomez. Como vai??
- Aii Hilary, senhorita não, por favor me chame de Samantha, ou de Sam...
- Tudo bem, Samantha.
- Como vai sua mãe e seu pai??
- Bem..
- Hum... Juízo vocês dois viu.
- Pode ficar tranquila mãe, não vai acontecer nada de mais...
- Acredito só na Hilary bebê.
- Então acredite Samantha. – confirma Hilary
- Vamos logo Samantha, deixa os dois quietos. Se não vamos nos atrasar – diz Sr. Carter
- Beijos queridos. Não deixem qualquer um entrar em casa. E tomem cuidado. – Fala mãe de Peter
- Teremos – Responde Hilary.
Hilary e Peter entram na casa. Peter tira a bolsa de Hilary de dentro do carro e á coloca no sofá da sala. Peter se senta. Hilary fica em pé.
- Você não vai sentar?? - diz Peter fazendo com que Hilary se sente. – Fique a vontade, á casa é sua.
- Onde vou dormir??
- Aonde você quiser Hilary, mas porque?? Você já quer dormir??
- Não, só perguntei... e agente vai ficar assim o resto da noite??
- Assim como?
- Parados, sem fazer nada.
- Se você quiser sair agente vai.
- Mas qual lugar?
- Onde você gosta de ir?
- Em shopping.
- Então vamos no shopping, tá pronta?
- Não, preciso passar batom.
- Sua boca está ótima deste jeito.
- Mas está sem cor.
- Deixa eu morder que ela vai fica vermelhinha.
- Não inventa Peter. Vamos logo.
- Deixa vai... – diz Peter coagindo
- Já disse que não.
- Ta bem, não insisto mais.
- Muito obrigada.
Á caminho do shopping, Hilary pergunta:
- O que vamos fazer no shopping?
- Assistir filme.
- Não pense que...
- Não estou pensando. Acredite.